Esses medicamentos são aplicados por via intravenosa ou subcutânea em centros de infusão, com monitoramento profissional contínuo. O objetivo é modular o sistema imunológico, reduzindo a inflamação, controlando os sintomas e, em muitos casos, proporcionando uma significativa melhora na qualidade de vida do paciente.
A terapia assistida é indicada para pacientes com doenças inflamatórias crônicas e autoimunes que necessitam de tratamento com medicamentos imunobiológicos ou imunossupressores de alta complexidade. Estas terapias são geralmente indicadas em casos moderados a graves, nos quais tratamentos convencionais não foram suficientes.
Principais indicações:
Cada caso é avaliado individualmente, com base em exames clínicos, laboratoriais e imagem, para definição da melhor conduta terapêutica.
reduz riscos de complicações, assegurando a correta aplicação dos medicamentos.
o paciente é tratado em um espaço confortável, seguro e preparado.
médicos, enfermeiros e farmacêuticos acompanham cada etapa do tratamento
profissionais capacitados podem intervir prontamente em caso de reações.
em muitos casos, o controle efetivo dos sintomas pode levar à remissão clínica.
A terapia imunológica (ou imunoterapia) é um conjunto de estratégias terapêuticas que têm como objetivo modular o funcionamento do sistema imunológico. No caso das doenças autoimunes, como lúpus ou artrite reumatoide, o tratamento visa reduzir a hiperatividade imunológica que causa inflamações e danos ao organismo.
Os principais medicamentos utilizados nessa abordagem são os imunobiológicos, produzidos a partir de células vivas em laboratório, que atuam bloqueando moléculas inflamatórias específicas, como o TNF-alfa, a IL-6 ou a IL-17.
A terapia imunológica tem revolucionado o tratamento de diversas doenças crônicas, com melhora significativa dos sintomas e da qualidade de vida dos pacientes.
A terapia genética é uma forma avançada de tratamento que envolve a manipulação direta dos genes de uma pessoa para tratar ou prevenir doenças. Essa abordagem visa corrigir mutações genéticas responsáveis por doenças hereditárias ou modular genes relacionados a condições adquiridas.
Embora ainda esteja em estágio experimental para muitas doenças autoimunes, a terapia gênica já é realidade em alguns casos de doenças raras, cânceres hematológicos e distúrbios imunológicos congênitos. Seu princípio é introduzir material genético funcional nas células do paciente, seja para substituir genes defeituosos ou para estimular respostas terapêuticas específicas.
Na área de doenças imunomediadas, a terapia genética representa uma fronteira promissora, com estudos em andamento sobre o uso de CRISPR e vetores virais.